Fluxos e operaçõesStay Digital
Todo processo que alguém repete igual, todo dia, é candidato. Começo mapeando quem faz, o que entra, o que sai e onde erra. Depois automatizo em fatias, com uma pessoa no controle do que importa.
Se isso acontece na sua operação
- i.
Cobrança no improviso
Lembrete manual no WhatsApp pessoal, Pix conferido no extrato, nenhum histórico.
- ii.
Conta refeita a cada venda
Cada vendedor monta a proposta do seu jeito. Um número errado na frente do cliente derruba a proposta inteira.
- iii.
Pedido do cliente resolvido por e-mail
Reembolso, segunda via, comprovante: tudo manual, lento e com atrito para os dois lados.
O que eu automatizo
- 01
Diagnóstico do processo
Mapa de quem faz, o que entra, o que sai, onde erra e o que custa quando erra. Sai dele a ordem do que automatizar.
- 02
Cobrança sem conferência manual
Pix e boleto gerados pelo sistema, financeiro e inadimplência num painel, e quem paga com o próprio portal no celular.
- 03
Proposta e cálculo sem planilha
A conta vira ferramenta: o vendedor monta o cenário e sai com proposta em PDF, relatório e apresentação prontos.
- 04
Autoatendimento com regra
Reembolso dentro do prazo, entrada por QR, lotação que bate com o espaço. A regra mora no sistema, não na cabeça de alguém.
- 05
Sistema sob medida
Quando o processo não cabe em ferramenta pronta, construo o sistema em fatias que já vão ao ar resolvendo parte do problema.
Prazos reais
Trabalhos que provam
Como eu trabalho
- i.
Mapear
Converso com quem faz o trabalho na mão e acompanho o processo real. Quem faz, o que entra, o que sai, onde erra e o que custa quando erra.
- ii.
Escolher
Nem tudo vale automatizar. Organizo o que vi em oportunidades e escolho a primeira: a que mais se repete e mais dói.
- iii.
Validar
Monto o fluxo funcionando, muitas vezes com a IA simulada, para testar com quem vai usar antes de pagar por leitura real.
- iv.
Automatizar
Coloco no ar em fatias, com uma pessoa no controle do que importa. O trabalho só termina quando a equipe para de fazer na mão.
Perguntas frequentes
Por onde começa?
Por uma conversa e pelo mapa do processo: quem faz, com que frequência, o que entra, o que sai e onde dá erro. Nem tudo vale automatizar. O mapa mostra o que vale primeiro.
Preciso trocar os sistemas que já uso?
Nem sempre. Às vezes a automação entra ao lado do que existe e tira só a parte manual. Quando o processo não cabe em ferramenta pronta, construo sob medida.
Onde entra a IA?
Onde há leitura, interpretação ou texto: ler um pedido, um documento, montar uma minuta. Regra de negócio, cálculo e cobrança são sistema comum, sem IA, porque precisam dar sempre o mesmo resultado.
Quanto tempo até ter algo funcionando?
Trabalho em fatias que vão ao ar. Exemplos reais: a primeira versão completa de uma plataforma de locação com cobrança saiu em 2 semanas, e uma plataforma de eventos em cerca de 3 semanas.
Vocês atendem empresas de Sorocaba, Itu e São Paulo?
Sim. A Stay Digital é de Sorocaba e atende empresas de Sorocaba, Itu e São Paulo.
Qual processo a sua equipe repete todo dia?